TRACKING DO NINHO

Ontem , 20 de outubro,o tracking do ninho continuou apontando 54% Aécio x 46% Dilma, com margem de erro de 3%. As oscilações são todas para cima. Não vamos parar de trabalhar. Vamos manter a mobilização até a vitória.

terça-feira, 21 de outubro de 2014

Lula e Dilma pressionam a Rede Globo às vésperas do debate decisivo.

Todos sabem que a eleição pode ser decidida no debate da próxima sexta-feira, na Rede Globo. A audiência será recorde e o mau desempenho de um dos candidatos poderá fazer com que ele perca dois a três por cento dos votos, o que será fatal nesta eleição tão disputada. 

Por isso, depois de ofender a mãe de Aécio dizendo que ela não deu uma "educação de berço" para o filho, depois de chamar Aécio de "bêbado", "drogado", "playboyzinho" e "filhinho de papai", depois de mentir de forma insana sobre a família e o caráter de um político cujo único crime é querer ser Presidente da República, ontem Lula atacou diretamente a imprensa. Abaixo, um trecho do artigo escrito hoje em seu blog pelo jornalista Ricardo Noblat:

Lula foi além, ontem à noite, do limite da irresponsabilidade.

Em comício ao lado de Dilma em Itaquera, distrito da Zona Leste da capital paulista, ele falou mal da imprensa – até aí nada demais. É direito dele. E nada tem de original.

Mas a certa altura do seu discurso, ele citou os nomes dos jornalistas Miriam Leitão, do jornal O Globo, e de William Bonner, apresentador do Jornal Nacional da Rede Globo de Televisão.

- Daqui para frente é a Miriam Leitão falando mal da Dilma na televisão, e a gente falando bem dela (Dilma) na periferia. É o (William) Bonner falando mal dela no “Jornal Nacional”, e a gente falando bem dela em casa. Agora somos nós contra eles - ameaçou Lula.

As cerca de cinco mil pessoas reunidas para escutá-lo foram ao delírio. Mais tarde, no teatro da Universidade Pontifícia de São Paulo, no bairro de Perdizes, Lula voltou a criticar a imprensa. E a citar Míriam Leitão e a Rede Globo.

Não dá para afirmar que ele tenha bebido antes de discursar. Aparentava estar sóbrio. Dilma e líderes do PT que testemunharam os discursos de Lula sorriram com o que ele disse. Certamente não pensaram numa coisa – e se pensaram não deram importância.

A saber: Lula expôs dois jornalistas à ira dos seus seguidores fanáticos.

Com Lula, nada é por acaso. O objetivo é um só: constranger o mediador do debate, colocando o eleitorado do PT contra ele. Se Dilma for interrompida porque estourou o tempo, a culpa será de Willian Bonner. Se Dilma tiver um desempenho pífio, as suas deficiências serão creditadas a um golpe da Globo e do apresentador, que a deixaram nervosa e pressionada. A partir de ontem, Bonner está desafiado a provar, sendo mais duro com Aécio, que não está contra Dilma. Pelo menos este é o objetivo de Lula, com o seu ataque ao jornalista.

Por trás disso tudo, que não é um episódio, é uma campanha, está a meta de Lula de implantar o controle social da mídia, a exemplo dos países que fazem parte do Foro de São Paulo. Destruída a oposição, por uma máquina de assassinar reputações, o último passo será calar a Imprensa. Ontem Lula deu nome aos bois. Em várias oportunidades, nos últimos meses, ao conceder longas entrevistas aos blogs patrocinados pelo governo, de onde são propagadas as piores calúnias contra Aécio Neves, já havia feito referências semelhantes.

Lula deixa muito claro onde quer chegar.  Infelizmente, se Dilma vencer estas eleições, alcançará seu intento. As redações são majoritariamente bolivarianas e apoiarão. Os colunistas que ainda opinam contra o governo, estes serão dizimados. As empresas de comunicação serão perseguidas e varridas do mapa. A Venezuela e a Argentina moram ao lado. Só não enxerga quem não quer.

O maior adversário de Aécio é a campanha assassina de reputações de Dilma. Ele vai reagir como o PT nem imagina. Aguardem.

Lula anda pelo Brasil atacando a honra de Aécio de forma nunca vista em uma campanha eleitoral. Dilma terceirizou para ela as ofensas, para poder posar de vítima. É uma campanha sórdida. Ontem Lula ameaçou nominalmente o jornalista Willian Bonner, na tentativa de pautar o próximo e decisivo debate, acusando-o de prejudicar Dilma. É o vale-tudo do PT, o partido que está roubando o que o país tem de mais precioso: a sua democracia.

Na coordenação da campanha de Aécio Neves (PSDB), a opinião a respeito da pesquisa Datafolha noticiada ontem é de que os institutos erraram no primeiro turno. E erraram exatamente contra Aécio Neves. Teve instituto que deu 45% de votos menos para o tucano, como o Vox Populi. O próprio Datafolha reduziu a votação de Aécio em 29%. A tendência é que o tucano tenha, no mínimo, 3% a 4% a mais do que o Datafolha captou.

— Tem uma semana de campanha pela frente e ela dura uma eternidade — disse Alberto Goldman, que coordena a campanha em São Paulo. Ele atribuiu o crescimento de Dilma à campanha agressiva nas redes sociais baseada em “calúnias”: — O PT é o partido do submundo e isso é incontrolável. Não há limites. Ontem mesmo, o PT disparou 25 milhões de mensagens por SMS, com a seguinte frase:

"183- Aecio defende medidas impopulares : corte dos programas sociais e arrocho do salário mínimo. Vote certo. Vote Dilma 13.http://goo.gl/mT28CO

 Este link leva para uma matéria plantada no Brasil 24/7, um site patrocinado por estatais federais e estaduais, onde o PT é governo.Veja abaixo:

O coordenador-geral da campanha de Aécio, senador Agripino Maia (DEM), avaliou que as pesquisas não estão refletindo o sentimento de mudança da população. — A dinâmica da campanha de Aécio fez com que a diferença entre os números da última pesquisa do primeiro turno e o resultado das urnas chegasse a mais de 7%. A onda continua e vai surpreender — disse o senador. 

O deputado Duarte Nogueira (PSDB), presidente do partido em São Paulo, afirmou que não há motivo para preocupação: — Há uma força de mudança. O dia da eleição é a pesquisa que vale. 

Coordenador da campanha de Marina Silva à Presidência e agora aliado de Aécio, o ex-deputado Walter Feldman avaliou os números como contraditórios com as pesquisas internas do partido: — As pesquisas do primeiro turno mostraram resultados diferentes do que surgiram nas urnas.

Observação: quando Aécio Neves diz que para cada mentira ele mostrará dez verdades, não está brincando. Já mostrou do que é capaz no primeiro turno. A campanha chegou a um limite insuportável para as pessoas de bem. A reação será devastadora. Aguardem.

Aécio para Belém em mega comício.

Esta é a capa do principal jornal do Pará. Uma multidão de 40.000 pessoas assistiu ao comício. Aécio discursou emocionado:

“O que está a nossa frente não é mais uma disputa eleitoral. O que está em jogo nesses próximos dias não é a vitória do partido ‘A’, ou a derrota desse ou daquele candidato. Temos nas nossas mãos a oportunidade que não temos o direito de perder, que é tirar o PT do governo e darmos ao Brasil a sua libertação, um governo honrado, generoso, de integração nacional. Está nas mãos dos homens e mulheres de bem mudar o Brasil".

Ao lado do candidato ao governo do Pará, Simão Jatene, do prefeito de Belém, Zenaldo Coutinho, dos senadores Flexa Ribeiro e Mário Couto, todos do PSDB, do presidente do Solidariedade, deputado federal Paulinho da Força (SP), da cantora Fafá de Belém e do ex-jogador de futebol Ronaldo Nazário, o Fenômeno, Aécio agradeceu a calorosa recepção dos paraenses, e destacou que escolheu estar em dois Estados do país nesse primeiro dia da última semana das eleições para simbolizar a sua caminhada por todos os cantos do Brasil.

“O primeiro foi a minha querida Minas Gerais. Estive lá hoje cedo, orando e pedindo à nossa padroeira Nossa Senhora da Piedade que me desse força e me iluminasse nessa caminhada em favor de um Brasil decente e eficiente. Deixei Minas Gerais nessa tarde e escolhi estar no Estado que tem, para mim, o melhor candidato a governador de todo o Brasil, Simão Jatene. Fiz questão de estar aqui hoje porque Minas e o Pará são Estados irmãos, na nossa fé, coragem e crença de que, pela nossa mão, é possível mudar de verdade o Brasil”, afirmou Aécio.

Datafolha está errada, mas está certa.

Circula nas redes sociais uma distribuição de votos por regiões que não corresponde à realidade da pesquisa Datafolha, apresentada ontem. Esta versão indica que Aécio teria 51% e Dilma 49%. Na primeira página da Folha de São Paulo de hoje está publicada a distribuição de votos por regiões, validando os resultados apresentados pelo instituto. A Datafolha está errada nos resultados, porque não conseguiu, como no primeiro turno, medir a vontade do eleitor. Mas as contas que apresentaram estão corretas.

Não ha mais limites para a privatização do Estado pelo PT. Isso é só o começo.

Nilton Fukuda/Estadão
Três bandeiras do PT em alusão à candidata à Presidência Dilma Rousseff foram penduradas em frente a um órgão público da Prefeitura de São Paulo, comandada por Fernando Haddad (PT). O material estava exposto na fachada de um dos Centros de Acolhida de Adultos, administrado pela Secretaria Municipal de Assistência e Desenvolvimento Social. Segundo a Justiça Eleitoral, a propaganda política de candidatos em prédios públicos é proibida por lei. Logo após a visita do Estado na tarde de ontem, o material de campanha foi retirado pela gerência do órgão.

O Centro de Acolhida Zancone, na Avenida Imperatriz Leopoldina, no Alto da Lapa, na zona oeste da capital, atende 220 pessoas em situação de rua por dia, inclusive aos finais de semana. As bandeiras com o slogan de Dilma estavam afixadas na parte superior do portão de entrada do local. 

Segundo moradores da região, as bandeiras já estavam na fachada desde a semana passada. “Eu passo aqui na avenida todos os dias e me lembro de ter visto há vários dias”, disse o administrador Alfredo Gomes. “Cheguei a comentar com as minhas vizinhas na semana passada que tinha bandeiras na frente do Centro, mas achei que podia, não sabia que era proibido”, contou a aposentada Clarice Nunes.

Multa. Segundo a Lei Eleitoral nº 9.504/97, a veiculação de propaganda política em bens públicos pode gerar uma multa que varia entre R$ 2 mil e R$ 8 mil, caso o responsável pela irregularidade não remova a infração no prazo de 48 horas. A regulamentação proíbe qualquer veiculação - pichação, inscrição à tinta, fixação de placas, estandartes, faixas - de candidatos em prédios, fachadas, iluminação pública e placas de trânsito. (Estadão)

Para lembrar...


Quando as próximas pesquisas forem anunciadas, não esqueça do que aconteceu no primeiro turno. Nós estamos na frente. Podem acreditar.

segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Aécio faz mega comício em Belém do Pará.

O candidato a presidente da República Aécio Neves (PSDB), em visita a Belém, defendeu um "choque de infraestrutura" contra a gestão petista, a qual chamou de "governo dos anúncios" por ter obras inacabadas ou adiadas. Aécio afirmou ainda que pretende renovar a matriz energética do país e preservar as riquezas da Amazônia. O tucano também garantiu manter as portas abertas do Palácio do Planalto caso o candidato tucano a governador Simão Jatene (PSDB) seja eleito. 

Na capital paraense, Aécio participou de comício em companhia da cantora Fafá de Belém, do ex-jogador Ronaldo, de prefeitos tucanos paraenses — Zenaldo Coutinho e Manoel Pioneiro, prefeitos de Belém e Ananindeua, respectivamente —, além de parlamentares aliados bem votados. Em meio ao barulho de fogos de artifício, terminou o evento errando o nome do candidato estadual ao governo, chamando-o "Jatone".

— Estamos no governo dos anúncios. Menos de 13% das obras do PAC estão concluídas e as propostas da campanha são 80% dos mesmos compromissos da campanha anterior. Este governo demonizou as parcerias com a iniciativa privada, atrasando as obras e aumentando custos. Por isso digo que precisamos fazer um choque de infraestrutura — declarou Aécio, defendendo Jatene e garantindo parceria para concluir obras com recursos federais hoje paradas ou em ritmo lento no Pará. Entre elas, o Pedral de São Lourenço, atrasando o trabalho de hidrovias.

Sobre os ataques sofridos nos debates e na campanha de Dilma, Aécio apenas disse que quer discutir propostas, apesar de ter perdido tempo de programa na TV e rádio. Entre elas, renovar a matriz energética, investindo em energia eólica e biomassa com etanol, que ele apontou como abandonadas pelo governo petista. 

— Neste segundo turno, das 22 novas inserções de 30 segundos da campanha de Dilma, 19 são me atacando. Vou enfrentar e responder cada uma. Eles é que nos últimos 12 anos jogaram fora as principais conquistas deste País. A cada infâmia e mentira que depositam sobre nós, nós dizemos dez verdades sobre eles — criticou o tucano.

Aécio destacou que o governo dele, caso eleito, será de propostas do desenvolvimento de hidrovias e ferrovias para a região. — O governo não será de obras anunciadas. Todas as obras em andamento, mesmo que sejam do governo anterior, serão todas concluídas. Obras não podem ficar inacabadas. 

O ex-governador de Minas Gerais fez questão de enfatizar que o estado do Pará terá portas abertas e que a parceria com o Simão Jatene será generosa. Aécio reforçou que o Pará e Minas são estados irmãos na matriz econômica. — Eu quero ser o presidente da união nacional para extrair riqueza dessa terra, para transformar em riqueza para nós, em forma de educação, saúde e tantos outros benefícios ao povo brasileiro e do Pará. A decisão desse país, principalmente de tirar o poder do PT, está nas mãos dos eleitores no próximo domingo. Agora não está mais nas nossas mãos, está nas mãos dos homens de bem desse país —concluiu Aécio.( O Globo)

Aécio confima liderança em Minas e abre 10 pontos sobre Dilma.

O candidato da coligação Muda Brasil à Presidência da República, Aécio Neves, mantém a liderança nas intenções de voto dos eleitores de Minas Gerais. É o que mostra pesquisa realizada pelo Instituto Veritá e divulgada pelo jornal Hoje em Dia, nesta segunda-feira (20/10). Considerando os votos válidos, Aécio tem 54,7% da preferência do eleitorado contra 45,3% da candidata do PT, Dilma Rousseff. Foram ouvidos 3.100 eleitores em todo o Estado.

A pesquisa revela a opção consolidada e a confiança dos mineiros no ex-governador Aécio Neves, mesmo diante da campanha de ataques e calúnias realizada pela adversária. Entre os entrevistados, 60,1% disseram acreditar que Aécio Neves será o próximo presidente da República, enquanto 39,9% acreditam na reeleição de Dilma e 12,7% não responderam ou não souberam responder.

Aécio lamentou as mentiras divulgadas pelos adversários em todo o país de que ele irá acabar com programas sociais como o Bolsa Família, Prouni e Minha Casa, Minha Vida. Em entrevista no último domingo, Aécio repudiou o comportamento dos adversários.

“Não podemos permitir que nas próximas eleições se repita esse filme perverso do atentado contra a dignidade das famílias que recebem o Bolsa Família. Existem pessoas pagas pelos nossos adversários andando de porta em porta pelas regiões mais pobres do Brasil, como no Vale do Jequitinhonha, em Minas, dizendo que, se ganharmos as eleições, vamos acabar com os programas sociais. Isso não é contra nós, isso é falta de generosidade com essas famílias”, alertou.

Aécio reiterou o compromisso de manter e ampliar o Bolsa Família. “Aqueles programas que vêm dando certo, que melhoram a vida das pessoas, como o Bolsa Família, não apenas serão continuados, mas serão aprimorados”, disse. (Hoje em Dia)

TSE aparelhado permitiu e assistiu de camarote o assassinato da reputação de Aécio pelo PT. Quando o tucano partiu para o ataque, o tribunal mudou as regras.

O ministro Admar Gonzaga fez sua carreira no PFL e Democratas. Depois, pulou para o PSD de Kassab, tendo sido o grande responsável pela aprovação do partido, que hoje é da base da Dilma. Ele foi nomeado para o TSE em junho do ano passado. Por Dilma.

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) passou a punir com a perda do tempo de televisão e rádio candidatos que usam o horário eleitoral para fazer ataques a outros candidatos, em vez de apresentarem propostas. Decisões do ministro Admar Gonzaga atingiram tanto a presidente Dilma Rousseff, candidata à reeleição pelo PT, como seu adversário Aécio Neves (PSDB). A petista perdeu quatro minutos de suas inserções na TV e 72 segundos no programa de rádio. O tucano foi penalizado com a perda de dois minutos e meio de suas inserções na TV. As medidas valem até que o plenário tome uma decisão definitiva sobre o caso e seguem a nova orientação do TSE, iniciada na última quinta-feira.

No segundo turno, cada candidato dispõem de dois blocos de dez minutos no horário eleitoral, tanto no rádio (às 7h e às 12h) como na TV (às 13h e às 20h30). Além disso, para cada um dos dois meios, eles têm sete minutos e meio de inserções, que podem ser veiculadas ao longo do dia. 

No caso de Aécio, a punição foi provocada pela veiculação de uma propaganda na qual é dito que Dilma não fez nada contra a corrupção da Petrobras. A peça publicitária foi transmitida em cinco inserções na TV no último sábado. A campanha de Dilma alegava que a propaganda era de caráter difamatório e calunioso e continha afirmação ofensiva e sabidamente inverídica, atingindo sua honra e dignidade. Em sua decisão, Admar Gonzaga entendeu que "a propaganda impugnada ainda não se ajustou à nova linha estabelecida por este Tribunal, circunstância que conduz à concessão da liminar".

No caso de Dilma, ela foi punida por ter veiculado, no dia 19 de outubro, uma inserção no rádio com uma paródia da música "Oh, Minas Gerais". Na peça publicitária, a letra era adaptada para criticar o candidato tucano, que obteve menos votos que Dilma em Minas, estado onde ele foi governador entre 2003 e 2010. "Oh, Minas Gerias, oh, Minas Gerais, quem conhece Aécio não vota jamais", dizia a propaganda. Em decisão anterior, ele já havia determinado a suspensão da peça. "Ainda que a propaganda não utilize expressões grosseiras, foi elaborada num tom jocoso, com o claro propósito de enfuscar a imagem do primeiro representante (Aécio). Destoa ela, portanto, da novel orientação desta egrégia corte", disse Admar em sua decisão.

Na TV, Dilma foi punida por ter levado ao ar uma propaganda em que acusa Aécio de desrespeitar as mulheres, por ter chamado a própria Dilma e a candidata Luciana Genro (PSOL) de levianas em debates na TV. Nos quatro minutos a que Dilma não terá mais direito na TV, o ministro Admar Gonzaga determinou que deve ser exibida a informação de que a não veiculação da propaganda resulta de infração da lei eleitoral. A campanha de Aécio dizia que a propaganda de Dilma ofendia a honra do tucano e reproduzia trechos de debate fora de contexto, para passar a impressão de que ele seria agressivo com as duas candidatas.

Admar Gonzaga também determinou a suspensão de propaganda feita em outdoors eletrônicos contra Aécio em São Paulo. A campanha de Dilma projetou no prédio do Conjunto Nacional, na Avenida Paulista, sábado à noite, imagens de Aécio com as frases: "e advinha só quem é réu pelo desvio de 4,3 bilhões da Saúde de Minas Gerais?"; "do jeito que ele fala de Minas Gerais até parece que os mineiros lá gostam dele"; e "o dinheiro é público mas o aeroporto que eu fiz pro meu tio não é".

Segundo o ministro, a projeção de propagandas em tamanho superior a quatro metros quadrados, "além de aparentemente violar a legislação eleitoral, atenta contra o equilíbrio e a igualdade entre candidatos na disputa eleitoral". Ele destacou que a Lei das Eleições proíbe a veiculação de propaganda de qualquer natureza "nos bens cujo uso dependa de cessão ou permissão do Poder Público, ou que a ele pertençam, e nos de uso comum, inclusive postes de iluminação pública e sinalização de tráfego, viadutos, passarelas, pontes, paradas de ônibus e outros equipamentos urbanos". (O Globo)

Datafolha mostra Dilma com 52% e Aécio com 48%. Hoje milhões de pessoas em todo país receberam mensagem pelo WhatsZapp dizendo que Aécio é usuário de cocaína. Sugiro que leiam o post abaixo. Se você, como cidadão, não jogar tão sujo quanto eles, perderemos a única eleição que ainda podemos vencer.

Leiam aqui o post que fizemos antes da publicação da pesquisa.

Já estávamos tendo a percepção de que isto poderia ocorrer. Quantos entrevistados receberam esta mensagem criminosa postada pelo PT? Abaixo, mensagem postada pelo jornalista Ricardo Noblat no twitter.

Tirem as suas próprias conclusões sobre o que representa esta eleição para a democracia brasileira. É, sem dúvida, a última possível de vencer e mudar o país.