quinta-feira, 31 de julho de 2014

Rejeição geral! Nos estados, nenhum candidato do PT lidera nas pesquisas. Hoje partido não elegeria governadores.

A nova rodada de pesquisas Ibope mostra que o PT não lidera em nenhum lugar do país. Confirma os levantamentos anteriores. Perde no Rio Grande do Sul com Tarso Genro para Ana Amélia, no Paraná com Gleisi Hoffmann para Beto Richa, em São Paulo com Alexandre Padilha para Geraldo Alckmin (se elege no primeiro turno), no Rio de Janeiro com Lindbergh Farias para Garotinho, no DF com Agnelo Queiroz para, pasmem!!!, José Roberto Arruda e já empata tecnicamente em Minas Gerais, onde o seu candidato Fernando Pimentel começou campanha muito antes do candidato tucano Pimenta da Veiga. O quadro é desesperador, pois com o início da campanha na TV a rejeição ao PT deve acertar em cheio a candidatura Dilma. 

Sem saída, Dilma sanciona projeto do tucano Aloysio Nunes que acaba com a roubalheira das ONGs instalada nos governos petistas.


Tentando de adonar do projeto,  Dilma Rousseff sanciona, nesta quinta-feira, a lei que institui o Marco Regulatório das Organizações da Sociedade Civil (ONGs). De autoria do senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP), o projeto de lei do Senado (PLS 649/2011) obriga as entidades interessadas em parceria com o poder público a observar princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade, economicidade e eficiência.

A partir de agora, os estatutos dessas organizações devem coibir a obtenção de vantagens indevidas por seus dirigentes e prever a divulgação anual de relatório de suas atividades e de suas demonstrações financeiras. A lei impõe mais rigor na seleção das entidades parceiras do governo, exigindo, por exemplo, escolha por concurso público e tempo mínimo de três anos de funcionamento da organização. As entidades interessadas nos convênios devem estar previamente cadastradas na administração federal.

No caso de convênios de maior porte, as entidades parceiras devem se submeter a regulamentos de compras e de contratação de obras e serviços, como a Lei 8.666/1993. A lei de Aloysio Nunes estabelece ainda sanções contra infrações, aplicáveis tanto às entidades parceiras como aos agentes públicos que derem causas às irregularidades.

A lei formulada por Aloysio Nunes  determina ênfase no controle e na fiscalização preventiva. O objetivo, como esclareceu, à época das discussões no Senado, "é preencher a ausência de monitoramento da execução de convênios, bem como de avaliação dos resultados obtidos."

Dilma diz que não vai haver tarifaço, mas conta de luz e gasolina devem ir às alturas se ela for reeleita.

No primeiro evento que reuniu os três principais candidatos ao Planalto, a presidente Dilma Rousseff (PT) foi acusada pelos adversários de segurar o reajuste de preços de combustível e luz com objetivo eleitoral e, na resposta, negou que promoverá um "tarifaço" após o resultado da disputa eleitoral.

"O que justifica essa hipótese do tarifaço? Significa a determinação em criar expectativas negativas no momento pré-eleitoral. Pregar esse tarifaço agora é para assustar as pessoas e as empresas", disse a petista durante evento nesta quarta-feira (30) na sede da CNI (Confederação Nacional da Indústria).

Última a discursar --os adversários falaram e responderam a questões do empresariado separadamente--, a presidente comparou os rumores de tarifaço às projeções de que o país passaria por racionamento de energia. "São profecias que não se realizarão", afirmou Dilma.

Mais cedo, Eduardo Campos (PSB) afirmou que a adversária vai apresentar a conta após as eleições. "Acho que o governo atual está segurando [os preços] até outubro. Estamos numa situação em que o governo viabiliza o financiamento para o setor elétrico e diz que vai compensar com aumento da tarifa. E quando o aumento vem? Ah, depois da eleição", disse.

"O ano de 2015 já está precificado pela desarticulação do setor elétrico, pela situação da Petrobras, que precisará ter seu papel na economia brasileira redefinido", afirmou Aécio Neves (PSDB).(FSP)

Aécio obtém direito de resposta na Folha e repõe a verdade sobre aeroporto em MG.

Depois de ser massacrado pelo jornal Folha de São Paulo, que fez rodizio como um time ruim para dar pontapés e pancadas no craque, usando editoriais, manchetes de capa e os seus principais colunistas, Aécio Neves obteve direito de resposta e esclarece, no texto abaixo, a verdade sobre o pequeno aeroporto modernizado no interior de Minas Gerais.

A verdade sobre o aeroporto

Nasci no ambiente da política e vivi nele toda a minha vida. Sei que todo homem público tem uma obrigação e um direito: a obrigação de responder a todo e qualquer questionamento, especialmente os que partem da imprensa. E o direito de se esforçar para que seus esclarecimentos possam ser conhecidos.

Nos últimos dias, fui questionado sobre a construção de um aeroporto na cidade de Cláudio, em Minas Gerais. Como o Ministério Público Estadual atestou e a Folha registrou em editorial, não há qualquer irregularidade na obra. Mas surgiram questionamentos éticos, uma vez que minha família tem fazenda na cidade. Quero responder a essas questões.

A pista de pouso em Cláudio existe há 30 anos e vem sendo usada por moradores e empresários da região. Com as obras, o governo de Minas Gerais transformou uma pista precária em um aeródromo público. Para uso de todos.

As acusações de benefício à minha família foram esclarecidas uma a uma. Primeiro, se disse que o aeroporto teria sido construído na fazenda de um tio-avô meu. A área foi desapropriada antes da licitação das obras, como manda a lei. O governo federal reconheceu isso, ao transferir a jurisdição do aeroporto ao governo de Minas Gerais, o que só é possível quando a posse da terra é comprovada. Depois, levantaram-se dúvidas sobre o valor da indenização proposta pelo Estado. O governo ofereceu R$ 1 milhão. O antigo proprietário queria R$ 9 milhões e briga até hoje na Justiça contra o governo de Minas.

Finalmente, se disse que a desapropriação poderia ser um bom negócio para o antigo proprietário, porque lhe permitiria usar o dinheiro da indenização para arcar com os custos de uma ação civil pública a que responde. Não é verdade. O dinheiro da indenização está bloqueado pela Justiça e serve como garantia ao Estado de pagamento da dívida, caso o antigo proprietário seja condenado. Se não houvesse a desapropriação, a área iria a leilão. Se fosse um bom negócio para ele, não estaria lutando na Justiça contra o Estado.

Sempre tomei cuidado em não misturar assuntos de governo e questões pessoais. Durante meu governo, asfaltamos 5.000 quilômetros de estradas, ligando mais de 200 cidades. Apesar desse esforço, deixei sem asfalto uma estrada, no município de Montezuma, que liga a cidade ao Estado da Bahia e passa em frente à fazenda que meu pai possuía, há décadas, na região. Avaliei que isso poderia ser explorado. Foi a decisão correta. De fato, na semana passada, fui acusado de construir um aeroporto em Montezuma. A pista, municipal, existe desde a década de 1980 e recebeu em nosso governo obras de melhoria de R$ 300 mil, inseridas em um contexto de ações para a região. Pelo que me lembro, pousei lá uma vez.

No caso de Cláudio, cometi o erro de ver a obra com os olhos da comunidade local e não da forma como a sociedade a veria à distância.

Tenho sido perguntado se usei o aeroporto de Cláudio, como se essa fosse a questão central. Priorizei até aqui os esclarecimentos sobre o que me parecia fundamental: a acusação de ter cometido uma ilegalidade à frente do governo de Minas. Hoje, me parece que isso está esclarecido. Não tenho nada a esconder. Usei essa pista algumas vezes ao longo dos últimos 30 anos, especialmente na minha juventude, quando ela ainda era de terra.

Depois de concluída essa obra, demandada pela comunidade empresarial local, pousei lá umas poucas vezes, quando já não era mais governador do Estado. Viajei em aeronaves de familiares, no caso a da família do empresário Gilberto Faria, com quem minha mãe foi casada por 25 anos.

Refletindo sobre acertos e erros, reconheço que não ter buscado a informação sobre o estágio do processo de homologação do aeródromo foi um equívoco. Mas reitero que a obra foi não apenas legal, mas transparente, ética e extremamente importante para o desenvolvimento do município e da região.

AÉCIO NEVES, 54, é senador e candidato à Presidência da República pelo PSDB. Foi governador de Minas Gerais entre 2003 e 2010

Governo para de trabalhar e vai assistir Dilma na CNI. 7 ministros e cerca de 50 assessores estavam no evento eleitoral.

O PSDB vai entrar com uma ação para questionar a ida de vários ministros do governo federal ao evento. Sete ministros e quase 50 assessores já foram identificados.

Sete ministros de Estado deixaram o expediente nesta quarta (30) para acompanhar a presidente Dilma Rousseff num evento de campanha. Na plateia da sabatina na CNI (Confederação Nacional da Indústria) estavam Aloizio Mercadante (Casa Civil), Guido Mantega (Fazenda), Mauro Borges (Desenvolvimento, Indústria e Comércio), Thomas Traumann (Comunicação Social), Garibaldi Alves (Previdência Social), Clelio Campolina (Ciência e Tecnologia) e Guilherme Afif (Micro e Pequena Empresa).

O presidente do BNDES, Luciano Coutinho, também acompanhou a fala da presidente, em Brasília. A AGU (Advocacia-Geral da União) diz que a participação de ministros em atos de campanha no horário de expediente não é um problema, desde que não prejudique o "exercício de suas funções". Já Dilma, no entendimento da AGU, está liberada para fazer campanha durante a semana e em horário comercial. O PT, porém, deve pagar as despesas com deslocamentos.

Segundo a CNI, todos os ministros de Estado foram convidados, bem como outras autoridades --argumento também usado pelos ministros para comparecer. Eles só chegaram por volta das 15h, horário previsto para a participação de Dilma. Em nota, o PSDB criticou a participação dos ministros no encontro da CNI. O candidato Aécio Neves disse que sua coligação vai ingressar com ação judicial contra Dilma pela presença dos ministros no evento.

Com Dilma, inflação está goleando o crescimento por 7 x 1, acusa Aécio.


BRASÍLIA - Em sabatina à Confederação Nacional da Indústria (CNI), o candidato tucano à Presidência da República, Aécio Neves (PSDB), iniciou seu discurso com críticas à política econômica do governo Dilma Rousseff (PT). O senador mineiro defendeu que o baixo crescimento do setor no Brasil não seria resultado da crise econômica mundial, mas sim dos erros nas diretrizes econômicas traçadas pelo governo.

— O atual governo falhou na condução da economia, nos legou a pior equação fiscal das últimas décadas. Todos conhecemos as consequências graves da crise internacional, mas os resultados pífios da economia são obras de brasileiros. Consequência de erros do governo - disse Aécio.

O candidato disse que o governo Dilma "demonizou" as privatizações e concessões realizadas durante os governos tucanos. Aécio também direcionou uma crítica a Eduardo Campos, que se apresenta como a terceira via e única possibilidade de efetiva mudança: — Sou cético em relação aos monopolistas da verdade, da ética e das mudanças — pontuou.

PROMESSAS

O candidato tucano fez duas promessas de campanha direcionadas ao setor industrial. Estabeleceu como meta até 2018 aumentar o nível de investimentos de 18% para 24% do PIB e também dar início a uma simplificação tributária nos primeiros anos de governo, caso seja eleito. Aécio destacou que essas seriam suas duas prioridades na área econômica.

— Temos necessidade de avançarmos na nossa taxa de investimentos. Vamos estabelecer um desafio para o próximo governo e para o setor produtivo: que possamos ao final de 2018 saltar do patamar que estamos amarrados hoje em 18 % do PIB para 24% do PIB em investimentos. E vamos enfrentar a simplificação do sistema tributário na largada do governo— prometeu.

Aécio afirmou ainda que o atual governo atua com "arrogância e unilateralismo" em suas decisões e disse que, em um eventual governo seu, haverá um diálogo permanente com o setor produtivo. O tucano defendeu um resgate da credibilidade do governo e da economia. — Vamos inaugurar um tempo de previsibilidade, de retomada dos investimentos. O Brasil cansou de tudo que esta aí - disse.

Aécio aproveitou para rebater ataques que vem sofrendo por parte do PT de que tomaria medidas impopulares, como a redução ou mesmo a extinção de programas sociais do governo caso fosse eleito. O senador disse que, se eleito, terá "liderança política" para guiar o crescimento econômico.

- Fui acusado, exploraram de forma excessiva ao longo dos últimos meses, quando eu disse que tomaria as medidas necessárias para que o Brasil retomasse o crescimento. Mas, as medidas impopulares já foram tomadas por esse governo, foram elas que nos levaram a esse crescimento pífio - afirmou.

Em outro momento, quando respondia às perguntas de representantes do setor, o senador usou a comparação de baixo crescimento e alta inflação com a derrota do Brasil de 7 X 1 para Alemanha na Copa do Mundo. - O que me preocupa é o 7 X 1 que o governo deixará para nós, que é 1% de crescimento e 7% de inflação.

Aécio lançou ainda um desafio para dar fim a "estruturas carcomidas" e disse que, caso o governo atual seja reeleito, os desafios daqui a quatro anos serão maiores. — Ou o Brasil encerra esse ciclo e constrói uma grande e nova aliança na sociedade para rompermos com essas estruturas carcomidas que aí estão, ou daqui a quatro anos os desafios serão ainda maiores.

PETROBRAS: ‘VÍTIMA DE ARMADILHA’

Sobre a Petrobras, o candidato afirmou que a empresa é "vítima de uma armadilha" formada pelo atual governo, mas não se referiu aos escândalos de corrupção na estatal, que deram origem a duas CPIs. As investigações o Congresso estão esvaziadas pela própria oposição, devido ao período eleitoral. — Estamos na contramão do mundo ao subsidiar combustível fóssil. A Petrobras é a única empresa petroleira do mundo que quanto mais vende combustível, mais prejuízo tem. Ficamos amarrados e afastamos inúmeras empresas internacionais do Brasil — disse.

O candidato encerrou sua participação levantando novamente a "polêmica" de que fará "o necessário" para retomar o crescimento brasileiro: — Não vai me faltar coragem desde o primeiro dia do governo para tomar todas as medidas necessárias para que o Brasil encerre esse ciclo perverso e possa apontar para nosso ciclo de crescimento sustentável. O Brasil não merece o governo que está aí e nós temos capacidade de construir o novo. E o novo de verdade, com coragem e condições para fazer o que é preciso, somos nós.

MENOS MINISTÉRIOS

Em entrevista depois do debate, o presidenciável prometeu que reduzirá pela metade o número de ministérios. Atualmente, são 39 pastas. O tucano não disse quais serão extintos porque sua equipe ainda está analisando, mas garantiu que ficarão entre 19 e 23 ministérios. Aécio disse também que reduzirá ao menos um terço dos cargos comissionados, se eleito. São cerca de 22 mil funções comissionadas no país. Segundo o tucano, número desproporcional e que serve apenas para abrigar militantes partidários.

- No nosso primeiro dia de governo teremos algo em torno da metade dos ministérios que estão aí atualmente, mas isso não quer dizer que as políticas públicas tocadas por esses ministérios deixem de ser importantes. Quando Fernando Henrique deixou o governo, tínhamos 23. Hoje, tem ministérios existem para acomodar militantes políticos - afirmou.

Aécio fez críticas à centralização da presidente Dilma na área econômica, e condenou a intervenção que chamou de “atrapalhada” no setor elétrico. Disse que Dilma deixou de ser presidente full time “há muito tempo”, para ser candidata “full time”, e que cedeu a pressões dos partidos por cargos por ter projeto pessoal de poder.(O Globo)

Depois de mentir reiteradas vezes para sobre doença, o mensaleiro Genoino pode sair da cadeia por "bom comportamento".

Mentira para a Justiça dá redução de pena no Brasil...

A Vara de Execuções Penais (VEP) do Distrito Federal autorizou nesta quarta-feira, 30, o desconto de 34 dias da pena do ex-presidente do PT José Genoino. Com isso, o condenado no processo do mensalão, que cumpre pena na Papuda, em Brasília, passa a ter direito a cumprir o restante da pena em regime aberto.

A juíza Leila Cury homologou a remissão de dias devido aos cursos realizados pelo condenado e ao trabalhado realizado dentro da prisão. O advogado de Genoino, Luiz Fernando Pacheco, confirmou a decisão da VEP e afirmou que, agora, aguarda análise do Supremo Tribunal Federal (STF) quanto ao direito do ex-deputado de cumprir pena no regime aberto.

O advogado afirma que a questão é "muito objetiva" e deve ser resolvida de forma breve. "É objetivo: com um sexto da pena e bom comportamento, o réu tem direito a progressão de regime", disse. De acordo com a decisão da juíza, protocolada nesta quarta, Genoino realizou cursos de introdução à informática e internet e de Direito Constitucional. De acordo com o advogado, o ex-deputado cumpriria no final de agosto um sexto da pena, condição para a progressão de regime.

"A VEP encaminhou ao STF. Sendo essa uma questão de extrema relevância, pois se refere à liberdade individual, acredito que possa ser analisado na volta do recesso do Judiciário, na sexta-feira", afirmou Pacheco.


Na sexta-feira, 1, o STF retoma as sessões e deve realizar a eleição do novo presidente da Corte, devido ao pedido de aposentadoria antecipada do ministro Joaquim Barbosa. Atualmente, o relator do processo do mensalão na Corte é o ministro Luís Roberto Barroso. (Estadão)

quarta-feira, 30 de julho de 2014

Goleada no Ibope: Alckmin 50%, Skaf 11% e Padilha 5%.

Pesquisa Ibope divulgada nesta quarta-feira (30) aponta o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), com 50% das intenções de voto na corrida eleitoral deste ano. Com o percentual, ele venceria a disputa pela reeleição no primeiro turno.

O segundo colocado na pesquisa, o presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf (PMDB), aparece com 11% das intenções de voto. O ex-ministro da Saúde Alexandre Padilha (PT) aparece com 5%. Esta é a primeira pesquisa Ibope após o registro das candidaturas.Veja os números do Ibope para a pesquisa estimulada:
  • Geraldo Alckmin (PSDB) – 50%
  • Paulo Skaf (PMDB)  – 11%
  • Alexandre Padilha (PT) – 5%
  • Gilberto Natalini (PV) – 1%
  • Laércio Benko (PHS) – 1%
  • Raimundo Sena (PCO) – 1%
  • Wagner Farias (PCB) – 1%
  • Gilberto Maringoni (PSol) – 1%
  • Walter Ciglioni (PRTB) – não pontuou
  • Brancos e nulos: 15%
  • Não sabe: 14%

Rejeição

O Ibope também apontou a rejeição dos candidatos. A maior rejeição é do petista Alexandre Padilha, que tem 19%. Na sequência aparecem Alckmin (18%), Skaf (13%), Natalini (7%), Sena (7%), Benko (6%), Maringoni (6%), Ciglioni (6%) e Farias (5%).

Avaliação do governador

Na mesma pesquisa, os eleitores também responderam sobre a avaliação ao governo Alckmin. Segundo o Ibope, 40% disseram que ele é "ótimo ou bom". Outros 38% afirmaram que ele é regular. Os que dizem que ele é “ruim ou péssimo” somam 19%. A pesquisa foi realizada entre os dias 26 e 28 de julho. Foram entrevistados 1.512 eleitores em 78 municípios do estado. A pesquisa foi encomendada pela TV Globo.

No semestre, Brasil tem o pior superavit desde 2.000. Na CNI, Dilma diz que está tudo muito bem, tudo muito bom.

Na sabatina da CNI, Dilma Rousseff "deu aula" de economia para os empresários, segundo o PT tuitou. Leu tudo e não respondeu nada, além de ser mal educada com a apresentadora.

No primeiro semestre do ano, as receitas federais superaram em R$ 17,2 bilhões as despesas com pessoal, custeio, programas sociais e investimentos, segundo dados divulgados nesta quarta-feira (30) pelo Tesouro Nacional.

O saldo do governo central (governo federal, Banco Central e Previdência Social), conhecido como superavit primário, foi a metade do alcançado no primeiro semestre do ano passado e o pior para um primeiro semestre desde 2000, quando o resultado foi de R$ 15,4 bilhões.

O governo federal comprometeu-se a poupar R$ 80,8 bilhões até o fim do ano. Até a metade dele, cumpriu pouco mais de 21% dessa meta. Em junho, o governo federal teve deficit de R$ 1,9 bilhão, o pior resultado para junho que se tem registro.

META

O descompasso entre arrecadação de receitas, que cresce no ritmo lento da economia do país, e dos gastos do governo, em expansão mais acelerada em ano eleitoral, fica evidente nos resultados do semestre. As receitas cresceram 7,2% de janeiro a junho, enquanto as despesas tiveram expansão de 10,6% no período, em comparação com o ano passado.

A administração petista tem afirmado que vai cumprir a meta fiscal do ano. Para tanto, vai lançar mão de expedientes contábeis, como uso de dividendos extraídos das empresas estatais e das receitas do Refis –programa de parcelamento de dívidas tributárias.

No semestre, o caixa do Tesouro contou com a entrada de R$ 10,5 bilhões de dividendos de estatais, valor 36,3% superior ao mesmo período do ano passado. Até o fim do ano, conta com a entrada de R$ 18 bilhões do Refis. (FSP)

Deutsche Bank também rebaixa Brasil. Vai pedir a cabeça do analista, Dilma?

O banco Deutsche Bank está recomendando os seus clientes a reduzirem sua exposição aos títulos da dívida soberana brasileira denominados em dólar citando como uma das principais razões a perspectiva de reeleição de Dilma Rousseff e o “otimismo” demasiado dos mercados em relação a uma melhora nos fundamentos macroeconômicos do Brasil num eventual segundo mandato da presidente. O banco alemão espera uma eleição apertada e apenas decidida no segundo turno.

Em nota enviada a clientes ontem, o estrategista para mercados emergentes do Deutsche Bank, Hongtao Jiang, rebaixou o peso dos títulos soberanos do Brasil em dólar de “neutro” para “underweight” (abaixo da média dos títulos que compõem a carteira sugerida para mercados emergentes), o que levaria os investidores a reduzir as suas aplicações nos papéis brasileiros em favor de outros países emergentes.

O Deutsche Bank havia elevado o Brasil para o peso “neutro” em janeiro deste ano, depois de ter deixado os títulos brasileiros por mais de um ano na posição “underweight”. Contudo, diante da recente valorização dos ativos brasileiros e da perspectiva dos fundamentos macroeconômicos, o banco voltou atrás e rebaixou novamente o País. Jiang também recomenda os investidores favorecerem os títulos com vencimentos mais longos na curva de juros em dólar do País.

Segundo Jiang, o sub-índice Brasil (na carteira de índices de mercados emergentes globais) registrou uma queda de 25 pontos-base desde o final de março. Uma queda refletiria teoricamente uma melhora na percepção do risco-País. Agora, segundo Jiang, o sub-índice Brasil está sendo negociado a 15 pontos-base abaixo da média dos títulos de países emergentes com rating soberano de grau de investimento, enquanto que no final de janeiro os papéis brasileiros eram negociados a 30 pontos-base acima da média dos países emergentes com nota de risco semelhante.

Com base nas estimativas de José Carlos Faria, economista-chefe para Brasil do Deutsche Bank, Jiang disse que a perspectiva para os fundamentos econômicos do Brasil é bastante desafiadora. No lado fiscal, ele cita a projeção de um superávit primário consolidado do setor público de 1,5% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2014, em comparação com a meta de 1,9% anunciada pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega.


“A inflação permanece sob pressão, agravada por condições climáticas”, afirmou Jiang. “O provável racionamento de energia elétrica neste ano e em 2015 causará uma redução adicional da atividade econômica; a balança comercial tem se deteriorado continuamente e a estagflação parece ser o curso do futuro próximo (ao menos nos próximos dois anos)”, escreveu o estrategista do Deutsche Bank. (Estadão)